Advogado que se esbaldou no fist fucking chorou para parcelar dívida sexual
Na Mira
Jurista de renome pediu desconto em dívida de R$ 300 mil com cafetina, descumpriu parcelamento e viu caso parar na Polícia Civil do DF
25/09/2026 02:52

Gravações em vídeo obtidas pela coluna Na Mira flagraram o momento em que uma cafetina de Brasília esquadrinha minuciosamente a dívida de R$ 300 mil contraída por um influente e renomado advogado da capital federal. Apesar da posição de destaque no meio jurídico, o causídico tentou “chorar” e pechinchou um abatimento no montante devido pelos serviços da agenciadora, que organizava e contratava um verdadeiro “time profano” de garotas de programa e travestis para ornamentar os onerosos bacanais.
Nas gravações e nos registros contábeis analisados, ficou inicialmente acertado o parcelamento do débito em três parcelas de R$ 66 mil, somadas a pagamentos intermediários que alcançaram a marca de R$ 260 mil.
Para viabilizar a quitação célere do montante, a credora concedeu um desconto de R$ 40 mil. O operador do direito, contudo, descumpriu os prazos pactuados, o que levou a agenciadora a revogar o benefício concedido e restabelecer o valor integral da dívida em R$ 300 mil.
Noites sacanas
O esquema, articulado com rigor nos bastidores, operava com precisão financiada por somas vultosas e pelo consumo desenfreado de drogas. No papel de organizadora e agenciadora das noites sacanas do jurista, a mulher viabilizava encontros em que a busca por fetiches extremados levava os limites físicos ao extremo.
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A pedido do advogado, o ambiente chegava a reunir até cinco acompanhantes por sessão. Tratava-se de um grupo variado, composto por mulheres cisgênero e transexuais, contratadas para atender às preferências mais atípicas e particulares do cliente.
Em reuniões em que o requinte coexistia com cenários de degradação, as sessões seguiam dinâmicas rígidas: para atender às solicitações do contratante, as profissionais utilizavam luvas cirúrgicas para realizar procedimentos invasivos de alta intensidade corporal — prática conhecida no meio como fist fuck ou fisting.
Vejas imagens do advogado em “ação”:

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Assistência noturna
A complexidade das orgias refletia-se diretamente nos custos. Cada evento noturno alcançava a cifra de R$ 50 mil, garantindo o repasse individual de R$ 10 mil para cada uma das participantes dispostas a atender às exigências formuladas.
Paralelamente ao agenciamento, a mulher atuava como suporte operacional nas madrugadas. Era frequentemente solicitada com urgência para intervir quando o advogado perdia a consciência em aposentos reservados, desacordado em virtude da combinação de altas doses de bebidas alcoólicas com a inalação contínua de derivados de cocaína (crack).
Nesses episódios de vulnerabilidade física, quando a postura profissional dava lugar ao torpor causado pelos excessos, a agenciadora gerenciava os contratempos, quitava as despesas do local e preservava o sigilo necessário para resguardar a imagem pública do jurista.
Inadimplência e Rolex falso
O desgaste na relação entre ambos intensificou-se à medida que os repasses financeiros deixaram de ocorrer com regularidade. A partir de 2021, a rotina de eventos acumulou um histórico expressivo de serviços prestados sem a devida contraprestação financeira.
Os débitos pendentes — referentes ao cachê das acompanhantes, intervenções emergenciais e comissões não pagas — geraram um passivo considerável. As promessas de quitação gradual transformaram-se em tratativas marcadas por adiamentos sucessivos.
Buscando conter as cobranças que se arrastavam ao longo dos anos, o causídico ofereceu como garantia de pagamento um relógio de luxo da marca Rolex, pertencente ao seu acervo pessoal, afirmando que o item possuía valor estimado em R$ 180 mil. Contudo, ao submeter a peça à avaliação técnica, a credora constatou tratar-se de uma réplica sem valor no mercado formal.
Desdobramentos policiais
Diante do prejuízo acumulado, a agenciadora buscou formalizar a cobrança por meio de instrumentos jurídicos elaborados por escritórios especializados. O defensor chegou a assinar termos de compromisso para o pagamento parcelado de valores próximos a Rf$ 67 mil, mas liquidou apenas uma parcela irrisória do montante total.
Em janeiro deste ano, ocorreu uma nova tentativa de protelação: um representante legal compareceu em nome do escritório do devedor solicitando um prazo adicional de duas semanas, sob a justificativa de que o jurista estaria recluso para tratamento em uma unidade de reabilitação. O período assinalado decorreu sem que houvesse qualquer transferência de valores, encerrando as negociações diretas.
A derrocada do vínculo de 11 anos culminou em registro formal perante a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com a dívida consolidada em R$ 300 mil. Além dos depoimentos prestados, o conjunto probatório entregue às autoridades inclui um acervo documental composto por mensagens, planilhas financeiras e registros em vídeo capturados durante os eventos.
Tentativa de contato
Entre os arquivos de mídia anexados — cujo teor visual inviabiliza a reprodução pública devido ao caráter explícito —, figuram registros detalhados das práticas físicas realizadas durante as sessões com as acompanhantes contratadas.
A coluna apurou que a defesa da agenciadora buscou repetidas vezes estabelecer contato direto com o devedor na tentativa de firmar um acordo extrajudicial e evitar a exposição do caso nas instâncias judiciais. No entanto, não houve retorno por parte do escritório de advocacia do qual o jurista é sócio.
Agora sob investigação oficial e com o histórico exposto, o influente operador do direito vê a disputa financeira e os registros de sua vida privada converterem-se em elementos de prova em um processo que tramita nos bastidores policiais da capital.