Aeroporto de Londres sem água e com mau cheiro

🗓️ 2026-07-27 📁 business-finance 📝 ⏱️ 👁️ : -

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Carla, trazes um artigo que está no Observador e que me fez lembrar um documentário sobre um cruzeiro. Não sei se viste, Bruno. Há um cruzeiro que teve o mesmo problema do qual vais falar agora.

Pois vou. Está no Observador, está em todo lado, de facto, e é por isso que não se fala de outra coisa: é um dos maiores aeroportos do Reino Unido sem água. Aconteceu em Gatwick ontem.

Em Almada?

Em Gatwick.

O Aeroporto de Almada.

Que nunca tinha associado. Na Margem Sul, o aeroporto é Margem Sul, não é em Gatwick.

Vai ser, há de ser, dizem, daqui a muitos anos.

Houve uma falha de abastecimento de água na região, naquela zona, e deixou também o aeroporto a seco. Os voos nunca foram cancelados, de fato, essa parte estava a funcionar, mas as instalações tornaram-se completamente inapropriadas para os passageiros que estavam a aguardar. Isto começa pelas 11h da manhã, a falha começa a ser anunciada na página do aeroporto de Gatwick. O regresso gradual da água aos terminais chegou quase às 20h. Imagine-se o que são aqueles milhares de passageiros. As casas de banho primeiro não fecharam, muitas pessoas continuaram a ir, mas sem usar as descargas. Portanto, a descrição que existe é que o cheiro a esgoto começou a ser insuportável, ao ponto de aí sim, as casas de banho serem fechadas. Ainda assim, perante as urgências, os funcionários tiveram de se colocar à porta dessas instalações sanitárias para impedir o acesso às casas de banho. E a falta d'água chegou também aos restaurantes, à zona de restauração. Começou-se por vender só comida embalada, garrafas d'água, que rapidamente esgotaram. A situação ficou caótica, nem um café, nem comida fresca. Nas redes sociais, a reclamação também tinha a ver com o fato de os restaurantes terem fechado e isso significava que nem sequer lugares para se sentar as pessoas tinham.

Certo, fechavam o espaço todo.

Fechavam o espaço todo, não havia cadeiras disponíveis. Por isso as imagens que temos de Gatwick de ontem são de pessoas sentadas no chão dos corredores a aguardar pela partida do avião. Muitas queixas que só começaram a ficar resolvidas já mais pra noite. Foram muitas horas. Hoje, o aeroporto já diz que está tudo a funcionar normalmente, mas ontem houve um pequeno caos. Mais uma vez, como os habitantes de Almada tão bem conhecem, por algo que nos é tão garantido e que afinal não é.

Muito bem. Vamos aqui a um outro destaque no Não Se Fala de Outra Coisa e vamos à NBA, porque parece já estar resolvido o imbróglio LeBron James. É um dos jogadores da competição mais famosos, tão famoso que a NBA estava em suspenso à espera que ele decidisse onde iria jogar nesta nova temporada. LeBron James é uma figura dos Lakers, mas parece que na próxima temporada decidiu jogar pelos Philadelphia. Como é que se diz isto, Bruno?

76ers.

Obrigado.

Ainda são esses? Às vezes mudam de nome.

Sim, consoante o tipo que tiver comprado e mudar de cidade ou franchise.

É o Sixers.

É o Sixers ou é ao contrário.

Não, é o 76ers. Falava-se nos Golden State Warriors, mas acabou por seguir para Philadelphia, LeBron James. O que é estranho para nós. Primeiro, a NBA, eu sempre gostei dessa ideia de que o campeão da NBA é campeão do mundo. Uma competição na América. É uma competição.

Se calhar ainda é mais grave e estranho no baseball, que tem um alcance muito mais limitado ainda do que o basquete.

O basquete noutros países.

E também são campeões do mundo, ganham as World Series.

Então, enquanto LeBron James não tem equipe, não havia calendário. E havia aqui uma outra situação, que é: os outros grandes jogadores da liga estavam à espera que ele escolhesse a equipe e fizesse um contrato, porque isso iria impactar na renegociação dos seus próprios contratos. Ninguém faria renovações. O James Harden, o Draymond Green, que são outras figuras da liga, não renovavam os seus contratos enquanto não soubessem quanto é que o LeBron James ia ganhar, porque isso depende.

Ele é a referência.

É a referência. Ele tem 41 anos, não vai pra novo, mas vai continuar a jogar na NBA. Foi um tema também abordado por Donald Trump há dias. Perguntaram o que ele achava do LeBron James e ele disse, nada mais, nada menos, que: "Eu acho que ele é racista".

Tem todo ar disso, aliás.

Tem todo um ar disso. Diz ele que Michael Jordan é seu amigo, que até joga golfe com ele, e que nunca ouviu dizer que o LeBron James gostasse dele, Donald Trump, por isso só há uma justificação: ele se não gosta de mim é porque é racista.

Lógica.

Os meios de comunicação social, os jornais na América chamaram a este período a indecisão. É aqui uma alusão a um jogo decisivo de 2010, já não me recordo entre quem, mas chama-se The Decision, que são aqueles jogos finais, as finais da NBA. Em 2010, houve ali um período em que duas equipes se defrontaram várias vezes e ficou conhecido como o período The Decision. Esta do LeBron James ficou The Indecision, para onde vai LeBron James, impactando aqui no calendário da NBA e também nos contratos dos outros jogadores e até dando azo a estas declarações de Donald Trump. Fica por aqui o Não Se Fala de Outra Coisa. Amanhã voltamos a olhar para notícias da imprensa um pouco por todo o mundo.