Augusto Cury: os números do candidato nas pesquisas eleitorais da última semana
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A terceira colocação na corrida presidencial ganhou um novo ocupante nas pesquisas divulgadas na primeira semana de setembro. Augusto Cury (Avante) aparece atrás apenas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) nos cinco levantamentos nacionais mais recentes, com percentuais que variam de 7,8% a 11%. Confira também os números de Lula e de Flávio, além da distância entre eles nas pesquisas de semana.
A convergência entre BTG/Nexus, AtlasIntel, Real Time Big Data, Quaest e Datafolha ganha relevância porque vem acompanhada de crescimento nas séries dos institutos que permitem acompanhar sua evolução. Na BTG/Nexus, Cury passou de 2% para 11% em uma semana. No Datafolha, avançou de 2% para 8%. No AtlasIntel, saiu de 3% em julho para 7,8%.
Quanto Cury tem nas pesquisas da semana?
Os maiores percentuais aparecem na BTG/Nexus e na Real Time Big Data. Ambas registram Cury com 11% das intenções de voto nos cenários considerados.
Na Quaest, o candidato aparece com 10%. O Datafolha registra 8%, enquanto o AtlasIntel aponta 7,8%.
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O intervalo entre 7,8% e 11% coloca Cury em um patamar diferente dos candidatos que anteriormente disputavam a posição logo atrás de Lula e Flávio.
Mais importante que um resultado isolado, os cinco levantamentos da semana convergem ao colocá-lo na terceira posição.
Quanto Cury cresceu?
A BTG/Nexus registra a mudança mais acentuada. Cury tinha 2% na rodada anterior e agora aparece com 11%, uma diferença de 9 pontos percentuais em uma semana.
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O crescimento também é registrado pelo Datafolha. O candidato aparecia com 2% em 21 de agosto e chega agora a 8%.
No AtlasIntel, a comparação com julho mostra Cury saindo de 3% para 7,8%, avanço de 4,8 pontos.
As oscilações têm magnitudes diferentes, mas caminham na mesma direção nos três institutos para os quais foram fornecidas comparações: Cury avançou.
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O crescimento coloca Cury perto de Lula e Flávio?
Mesmo com a chegada à terceira colocação, permanece uma distância expressiva entre Cury e os dois líderes.
Na BTG/Nexus, ele tem 11%, contra 33% de Flávio e 39% de Lula. Na Quaest, registra 10%, enquanto o senador aparece com 29% e o presidente, com 37%.
No Datafolha, Cury marca 8%, diante de 33% de Flávio e 38% de Lula. No AtlasIntel, seus 7,8% ficam abaixo dos 33,7% do senador e dos 43,4% do presidente.
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A terceira colocação, portanto, representa uma mudança na disputa que ocorre atrás dos dois líderes, mas não rompe, neste momento, a distância que separa esse grupo de Lula e Flávio.
A rejeição pode ser um ativo para Cury?
Os levantamentos que divulgaram esse indicador mostram uma rejeição menor a Cury do que aos dois líderes.
No AtlasIntel, 18,5% dos entrevistados rejeitam o candidato do Avante. Lula registra 52% e Flávio, 52,7%.
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Na Real Time Big Data, a rejeição de Cury é de 28%, enquanto Lula e Flávio aparecem com 50% cada.
Os percentuais não significam automaticamente potencial de crescimento, mas revelam uma diferença importante no perfil atual das candidaturas: Cury é menos rejeitado nos levantamentos em que o indicador foi medido.
O que os números da semana dizem sobre Cury?
A principal notícia não está em uma pesquisa isolada. Está na convergência entre cinco institutos diferentes.
BTG/Nexus, AtlasIntel, Real Time Big Data, Quaest e Datafolha colocam Cury na terceira posição, com percentuais que chegam a dois dígitos em três dos cinco levantamentos. Ao mesmo tempo, as séries comparáveis de BTG/Nexus, Datafolha e AtlasIntel mostram crescimento em relação às medições anteriores.
Cury ainda permanece distante de Lula e Flávio, mas os números da semana alteram o desenho da faixa intermediária da corrida presidencial: o candidato do Avante passa a ocupar a posição que, nas rodadas anteriores, vinha sendo disputada por nomes como Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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