Caiado chama de ‘fujões’ adversários que devem faltar a debates

🗓️ 2026-08-22 📁 world-news 📝 ⏱️ 👁️ : -
Homem de cabelos grisalhos, terno azul-marinho e gravata estampada, fala em frente a microfones de emissoras de TV
Ronaldo Caiado (PSD): candidato a presidente diz que adversários que fogem de debates são "fujões" (José Cruz/Agência Brasil)

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O candidato a presidente Ronaldo Caiado (PSD) chamou neste sábado, 22, adversários de “fujões” ao se referir à possibilidade de alguns faltarem a debates. Para ele, os que decidem não participar estariam “correndo, amarelando e pipocando”. Caiado falou sobre o assunto durante agenda de campanha em Campinas, no interior paulista. Há a possibilidade de ausência do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) no debate promovido pela Bandeirantes/Estadão neste domingo, 23.

O ex-governador de Goiás disse que ainda que, na sua opinião, quem “foge do debate não deveria ter direito sequer de registrar sua candidatura” porque teria “muito a esconder e nada a poder mostrar para o País”.

Zema defende nova reforma da Previdência

O candidato a presidente Romeu Zema (Novo) também fez campanha neste sábado em São Paulo, mas na capital. Em conversa com aposentados, defendeu uma nova reforma da Previdência e o aumento do tempo de contribuição de acordo com a expectativa de vida da população. “Talvez vamos ter de aumentar o tempo de contribuição de quem está chegando no mercado de trabalho”, afirmou.

Ele diz que preservaria direitos adquiridos por quem já está no mercado de trabalho. “O ideal é que isso seja feito de maneira planejada, de maneira que exista tipo um mecanismo que, ao longo do tempo, à medida que a expectativa de vida aumenta, esse tempo de contribuição também aumente, para não ter de ficar debatendo continuamente algo que nós sabemos que vai acontecer”, ressaltou o ex-governador de Minas Gerais, justificando a proposta com a necessidade de equilibrar as contas da Previdência.

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Renan Santos promete “desfavelização”

Vestido com colete à prova de balas, o candidato a presidente Renan Santos (Missão) fez campanha neste sábado no Jardim Panorama, na Zona Sul de São Paulo. Ele prometeu um programa que batizou de “Marco Nacional da Desfavelização”: segundo o político, a iniciativa poderia receber entre R$ 1,3 trilhão e R$ 1,5 trilhão num período de dez a 15 anos. “A ideia não é desalojar as pessoas e mandar para longe”, afirmou. O dinheiro, de acordo com ele, viria de investimentos públicos e privados e por meio corte de despesas e da criação de “títulos de desfavelização”.

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Ele destacou que a proposta envolve reforma de residências, regularização de propriedade e a implantação de serviços como de água, esgoto e iluminação, além da construção de escolas, calçadas e áreas de lazer. Quando se tratar de regiões com alto interesse econômico, Renan quer que empresas privadas participem da reurbanização e da verticalização dos espaços.

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