Casinos de Macau doam 4,8 milhões de euros às vítimas da enxurrada
Em comunicado enviado à Lusa pela SJM Resorts, S.A., a empresa refere que "respondeu ao apelo do Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), doando cinco milhões de patacas (530,5 mil euros), através do Gabinete de Ligação do Governo Popular Central na RAEM, para apoiar as operações de socorro de emergência".
A administradora-executiva da SJM, Daisy Ho, citada no comunicado, afirma que a empresa "tem acompanhado com atenção" os desenvolvimentos do incidente ocorrido nos Himalaias no passado dia 26 de agosto e as necessidades sociais.
"Face a esta catástrofe, esperamos que a nossa doação contribua para apoiar os esforços de socorro e recuperação em curso", acrescenta.
Também em comunicado enviado à Lusa, a Wynn Macau Limited, anunciou também uma doação de cinco milhões de patacas destinada à mesma região, para apoiar as operações de socorro e emergência e os trabalhos de recuperação pós-catástrofe.
A administradora-executiva da Wynn Macau, Linda Chen, afirma no texto que a empresa "se mantém solidária" com a comunidade local neste período difícil.
"Esperamos que esta doação proporcione um apoio significativo para os esforços de socorro, realojamento e reconstrução, ajudando os residentes afetados a superar este período difícil", afirma Linda Chen.
De acordo com o portal na internet do Galaxy Entertainment Group (GEG), o grupo e a Fundação de Caridade da Família Lui Che Woo doaram, em conjunto, dez milhões de patacas (1,061 milhões de euros) para apoiar os esforços de socorro e recuperação naquela região do Tibete.
"Estamos profundamente entristecidos pela devastadora enxurrada no condado de Gyirong, em Xigaze, na Região Autónoma do Tibete, e endereçamos as nossas sinceras condolências aos residentes afetados", afirma Francis Lui, presidente do GEG, citado num comunicado do grupo.
De acordo com a informação divulgada pelo canal chinês da TDM, também a Sands China doou dez milhões de patacas e a Melco Resorts & Entertainment Limited doou cinco milhões de patacas.
Pelo menos 1.259 pessoas morreram nas inundações de 26 de agosto, provavelmente causadas pelo colapso de um glaciar, e mais de 5.000 continuam desaparecidas, de acordo com a agência de gestão de catástrofes do Nepal.
A China informou na passada quarta-feira à noite que 21 pessoas morreram e 541 estão desaparecidas no lado tibetano da fronteira.
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