25 anos do 11 de setembro: Mark Rutte afirma que aliados continuam ao lado dos EUA tal como em 2001
Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Mark Rutte afirmou que, no 25.º aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, a NATO “honra a memória de todos aqueles que perderam a vida”.
11 de setembro de 2026 às 13:21
O secretário-geral da NATO garantiu esta sexta-feira que os Aliados continuam a estar ao lado dos Estados Unidos, tal como há 25 anos, após os atentados de 11 de setembro de 2001.
Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Mark Rutte afirma que, no 25.º aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, a NATO “honra a memória de todos aqueles que perderam a vida”.
O secretário-geral da NATO recorda que, após os atentados, os “Aliados permaneceram unidos” e, pela “primeira e única vez” na história da Aliança, ativaram o artigo 5.º, que estabelece o princípio da defesa coletiva em caso de ataque.
“Os amigos e os aliados da América na NATO estiveram convosco na altura e continuam a estar convosco hoje”, afirma.
Os Estados Unidos assinalam esta sexta-feira o 25.º aniversário dos atentados do 11 de Setembro, o mais mortífero ataque terrorista cometido em território norte-americano que causou quase três mil mortos, incluindo nove vítimas portuguesas e lusodescendentes.
Os atentados do 11 de Setembro desencadearam profundas alterações na política externa e de segurança dos Estados Unidos, mas também a nível mundial, incluindo o lançamento da chamada “guerra contra o terrorismo” e a intervenção militar no Afeganistão.
Foi a única vez que o artigo 5.º da NATO, que prevê uma cláusula de solidariedade e estipula que um ataque armado contra um país membro da Aliança seja considerado como um ataque dirigido contra todos, foi ativado.
A 11 de setembro de 2001, dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaida atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono nos arredores de Washington.
Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.
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