Chega defende trabalho "profícuo" para resolver problemas dos Açores
José Pacheco falava em São Jorge, à saída de uma sessão de apresentação de cumprimentos à presidente da Câmara Municipal de Velas, Catarina Cabeceiras (CDS-PP), no âmbito das primeiras jornadas parlamentares e autárquicas do Chega/Açores, que decorrem entre hoje e domingo naquela ilha.
Segundo uma nota de imprensa divulgada pelo partido, o presidente e líder parlamentar do Chega/Açores sublinhou a importância de aproximar o trabalho parlamentar da realidade vivida em cada concelho e em cada ilha.
"Não podemos estar de costas voltadas. O Chega é um partido bastante diferente, estamos entre as pessoas e com os nossos autarcas. Por isso, estes dois dias vamos ouvir as pessoas, os nossos autarcas, e vamos explicar que estamos aqui para os ouvir e sermos a voz do povo", afirmou José Pacheco, citado na nota de imprensa.
O encontro com a autarca de Velas serviu também para abordar problemas concretos de São Jorge que, segundo José Pacheco, podem "ser solucionados na Assembleia Regional".
Entre as questões identificadas, que segundo o Chega/Açores, "não são diferentes das restantes ilhas", estão "a falta de habitação, as acessibilidades aéreas e marítimas, a saúde, a escassez de mão-de-obra e a dificuldade em fixar técnicos no setor público".
"Este Governo fez alguma coisa em áreas fundamentais, mas a maioria dos problemas vem de trás, dos outros Governos socialistas, são problemas de má política, má gestão e a fatura acaba por chegar", considerou José Pacheco.
No entender de José Pacheco, "há falta de estratégia e há falta de políticas de continuidade".
"Na política, não podemos ser bombeiros. Há falta de visão, há falta de estratégia e há falta de políticas de continuidade. A prevenção faz-se com uma boa estratégia", acrescentou o líder parlamentar do Chega nos Açores.
Segundo a nota do partido, o grande objetivo das primeiras jornadas parlamentares e autárquicas, em São Jorge, é "ouvir as realidades de quem melhor conhece os problemas reais de cada concelho e de cada ilha e partilhar com os eleitos nas autarquias, assembleias municipais e assembleias de freguesia a realidade parlamentar dos Açores".
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