Da Weasel assumem estar a disfrutar do regresso aos palcos sem planos para o futuro
Os Da Weasel, que atuam hoje no festival Marés em Matosinhos no seu único concerto agendado este ano, assumem que o regresso aos palcos lhes está a “saber bem”, apesar de não terem planos para o futuro.
“Nós não estamos com grandes planos, vamos cumprindo objetivos”, respondeu o vocalista da banda portuguesa, Carlão, em entrevista à Lusa.
Questionado sobre se o público poderá voltar a ver Da Weasel noutro palco, Carlão acha que sim, apesar de, insistiu, não ter nada planeado.
“Eu acho que sim, apesar de não termos nada planeado, isto está-nos a saber tão bem e é tão fixe estar em cima do palco a tocar estas músicas que eu acho que sim, mas não podemos é dizer quando”, vincou.
Os Da Weasel regressaram aos palcos em 2023, após um interregno de mais de 10 anos.
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“Sim, é uma segunda vida, renascemos e está a saber muito bem”, confessou.
O vocalista referiu que a banda está a fazer concertos muito pontuais, cada um com a sua especificidade e por diferentes locais do país.
Por isso, e depois de terem estado neste festival em 2023, os Da Weasel prepararam “algo diferente” para este concerto, que é tocar com uma orquestra, dirigida pelo maestro Rui Massena.
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“Termos a oportunidade de fazer um concerto com uma orquestra é sempre algo muito especial”, contou.
Carlão explicou que o concerto não será todo com a orquestra, dado que o mesmo está dividido em três atos e tem um alinhamento renovado.
No segundo ato, o maestro Rui Massena irá dirigir uma orquestra de 24 elementos.
“É um momento muito especial, mesmo porque nós, cada um à sua maneira, gosta muito de ver a nossa música tocada desta forma e com camadas muito diferentes”, assinalou.
O festival Marés, que decorre pela primeira vez na praia do Aterro, em Matosinhos, recebe entre hoje e domingo mais de 30 artistas e bandas, num cartaz que inclui Da Weasel, James, Seal e Ozuna.
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O recinto está preparado para pessoas com mobilidade condicionada, tendo zonas de acessos específicos, casas de banho adaptadas e uma equipa para dar apoio.
Os concertos contam ainda com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e coletes de vibração para pessoas surdas.