Feriado da Independência: 31 praias de SP estão impróprias para banho | CNN Brasil
O litoral do estado de São Paulo tem 31 praias impróprias para o feriado da Independência do Brasil, que acontece na próxima segunda-feira (7). Os dados foram divulgados pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) com a intenção de orientar turistas e moradores.
A Cetesb analisa a condição de 175 praias do litoral paulista. Deste total, 31 estão impróprias, o que corresponde a 17%. As outras 144 estão próprias, ou seja, 82%.
No Litoral Sul, não há praias impróprias. Das 56 praias monitoradas na Baixada Santista, 16 estão impróprias. No Litoral Norte, das 98 praias monitoradas, 15 estão impróprias para o uso.
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Caraguatatuba tem apenas uma praia imprópria, a de Cocanha. O Guarujá tem duas praias impróprias: Enseada e Perequê. Ilhabela tem três praias impróprias: Portinho, Feiticeira e Grande. Itanhaém tem apenas uma praia imprópria, a Praia dos Pescadores. Mongaguá tem duas praias impróprias: Vera Cruz e Santa Eugênia. Na Praia Grande, apenas Boqueirão está imprópria.
São Sebastião tem seis praias impróprias: Porto Grande, Preta do Norte, Prainha, São Francisco, Arrastão e Pontal da Cruz. São Vicente conta com três praias impróprias: Milionários, Gonzaguinha e Prainha. Santos tem seis das sete praias impróprias; a única própria é José Menino. Ubatuba tem cinco das 30 praias impróprias: dois pontos da Praia de Itaguá, Enseada, Perequê-Mirim e Lázaro.
A avaliação feita pela Cetesb verifica a balneabilidade das praias por meio da utilização de indicadores de contaminação fecal.
Segundo a Companhia, a contaminação fecal nas águas do litoral está associada à presença de esgotos. No entanto, diversos fatores contribuem para a presença de contaminação nas praias, como a ocorrência de chuvas, a existência de sistemas de coleta e distribuição de esgotos nas proximidades, a presença de córregos que desembocam no mar e o aumento do turismo durante a temporada.
O momento é de atenção, visto que, durante o feriado, diversos turistas vão às praias e, com a contaminação de determinadas áreas, os banhistas podem ser expostos a bactérias, vírus e protozoários.
As consequências podem incluir gastroenterite, dores de estômago, diarreia, dor de cabeça e febre. No entanto, em praias muito contaminadas, os banhistas podem estar expostos a doenças mais sérias, como disenteria, hepatite A, cólera e febre tifoide.
*Sob supervisão de Thiago Félix