KillSec. Desmantelado grupo internacional de hackers liderado por um jovem de 16 anos. Foi traído pela paixão por motas

🗓️ 2026-10-03 📁 world-news 📝 ⏱️ 👁️ : -

FBI alvo de ataque de grupo de hackers, mas dados não foram divulgados. Podem ter sido vendidos

Fouad Eltibrizi é o segundo hacker neerlandês a ser detido no espaço de um mês. Em setembro, Pepjin van der S., de 24 anos, foi preso sob suspeita de ser um dos líderes dos ShinyHunters, um grupo internacional de hackers. Segundo o jornal neerlandês Algemeen Dagblad, uma unidade especial da polícia entrou na casa que Pepjin van der S. dividia com a mãe em Amesterdão e encontrou indícios relativos a dois homicídios que, alegadamente, iam ser cometidos no estrangeiro às ordens do hacker.

A detenção ocorreu dias depois de os ShinyHunters terem reclamado a autoria de um ataque ao FBI que permitiu aceder a dados pessoais, médicos e psiquiátricos. Também foram recolhidas informações acerca das funções de agentes da polícia federal norte-americana, como por exemplo, quem acompanha que país estrangeiro. Os dados podem comprometer operações do FBI ou expor a retaliações os responsáveis por detenções no crime organizado, segundo o podcast The Daily, do The New York Times.

Além disso, foram roubadas moradas, números de Segurança Social e detalhes até sobre os filhos dos funcionários do FBI. Mas de acordo com a agência noticiosa Reuters, o site usado pelos hackers ficou offline depois de ter expirado o prazo dado para que o FBI alterasse uma declaração sobre o grupo. Na mesma, datada de maio, o FBI descreve os ShinyHunters como “especialistas em fugas de dados e extorsão”; os ShinyHunters não gostaram, e atacaram.

Entretanto, também alegam que Pepjin van der S. não está ligado ao grupo, e segundo o The New York Times, não vão divulgar os dados roubados ao FBI online. Contudo, nada os impede de os vender a criminosos, ou até a governos estrangeiros.

“Envolver as autoridades” é o primeiro passo perante qualquer ataque de ransomware, aconselha Nelson Escravana. “Recomendamos que não se pague o resgate, porque este crime só existe porque é vantajoso. E não há nenhuma garantia de que pagando, se volte a ter acesso aos dados.” A prevenção, ainda mais em empresas que “dependem de sistemas de informação” é o mais importante. “Se uma organização estiver devidamente preparada para responder a um ataque de ransomware, pode ser perfeitamente gerível e sem impacto significativo.”

[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]