Mãe de bebê desaparecida no Acre tem prisão convertida em preventiva | G1

🗓️ 2026-10-16 📁 world-news 📝 ⏱️ 👁️ : -

Segundo o delegado Odilon Neto, a prisão preventiva foi solicitada após a conclusão do inquérito policial. A mulher é investigada por abandono de incapaz. O tio da criança também segue preso preventivamente.

Ainda conforme o delegado, a versão apresentada pela mãe à polícia é de que ela deixou a filha em uma chácara e seguiu para a cidade acompanhada de um familiar. Ao retornar ao local, afirmou ter descoberto que o irmão havia desaparecido com a criança em uma região de mata.

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👉Contexto: A bebê desapareceu no dia 23 de setembro quando o tio, que estava na casa da família, aproveitou um momento em que ficou sozinho com a criança para fugir com ela para uma área de mata. Contudo, o sumiço só foi notificado à polícia na quinta (24) e as buscas iniciaram na sexta (25).

A mãe e o tio da criança não tiveram os nomes divulgados. Por isso, o g1 não conseguiu localizar as defesas deles.

Fim das buscas gerou procedimento do MP

Com o fim da operação de busca na floresta, o Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) solicitou, com urgência, esclarecimentos aos órgãos responsáveis sobre a situação das buscas e as medidas adotadas para cumprir a determinação judicial de continuidade das diligências.

Isto porque, conforme o MP, uma ordem judicial determinou que a procura na região seguisse.

Proteção dos irmãos

⏩ Segundo o MP, a rede de proteção é formada por órgãos e serviços públicos, como o Conselho Tutelar e a assistência social, que acompanham crianças em situação de vulnerabilidade. O objetivo é avaliar as condições em que elas vivem e verificar se seus direitos estão sendo respeitados.

Na prática, a criança de 2 anos deverá continuar recebendo esse acompanhamento. Já o irmão mais velho, de 6, que está sob os cuidados de um familiar, permanece com ele enquanto os órgãos responsáveis acompanham a situação da família.

Linha de investigação

Durante uma coletiva de imprensa no dia 28 de setembro, o secretário de Segurança Pública do Acre, coronel José Américo Gaia, afirmou que as equipes trabalhavam com a possibilidade de a criança não estar mais viva, considerando o tempo de desaparecimento e a idade dela.

A Polícia Civil informou que não descarta nenhuma hipótese, incluindo a possibilidade de violência sexual. O delegado-geral da corporação, Pedro Paulo Buzolin, destacou que não há informações que indicassem a participação do pai no desaparecimento.

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