'Maior rede de corrupção já vista', escreve leitor sobre emendas parlamentares - 02/08/2026 - Painel do Leitor - Folha
Eleições 2026
"Lula se lança à reeleição, diz que não quer ser presidente do Bolsa Família e promete disputa por emendas" (Política, 2/8). Emendas têm que acabar. Os parlamentares já são muito bem pagos para votar a favor de tudo o que é bom para o país e o povo e contra todos os projetos que só favorecem o governo e só servem para eleger os piores políticos.
João Leite (Osasco, SP)
O Brasil é um país com riquezas a perder de vista, mas, infelizmente, temos uma elite cujo egoísmo é tão elevado que só consegue olhar para o próprio umbigo. Bolsonaro criou a maior rede de corrupção já vista por meio das emendas parlamentares. Enquanto esse absurdo existir, não importa quem seja o presidente: ele será refém do centrão e, para governar, terá que desviar recursos do orçamento para alimentar a ganância dos congressistas.
Francisco Paulo Almeida (São Paulo, SP)
Avanço do garimpo
"Garimpo migra na amazônia, dribla fiscalização e gera conflito entre indígenas" (Cotidiano, 2/8). Parabéns pela excelente reportagem! Nós do Sudeste sabemos muito pouco sobre essa triste realidade.
Maria Teresa Meirelles Leite (São Paulo, SP)
Jogo compulsivo
"Adoecimento por bets afeta empresas com faltas, funcionários endividados e pedidos de adiantamento" (Economia, 1º/8). O problema é que aqui o crime sempre dá um jeito de se dar bem. Bet e qualquer tipo de aposta é crime e deveria ser banido e punido rigorosamente. Se chega a ser tratado como questão de saúde é porque deve ser eliminado assim como qualquer contaminação combatida no âmbito da saúde.
Rinaldo Souza Coelho (Rio de Janeiro, RJ)
Necessária uma forte regulação. Proibir propaganda em qualquer meio de comunicação. Criar o preço mínimo de aposta —elas são baratas e isso estimula o uso e não se percebe que está gastando muito. Mais da metade do lucro deve ser imposto pago ao governo. Uma fração do lucro deve ir para o SUS para financiar o gasto com os doentes e os adictos.
Fatima Marinho (São Paulo, SP)
Matemática
"‘Jamais vou ganhar o Nobel’: Quem é Marilda Sotomayor, brasileira referência em teoria dos jogos" (Ilustríssima, 1º/8). Gostaria de ver mais histórias como essa publicadas na Folha. Temos tantos bons cientistas no Brasil, tão bons exemplos para serem seguidos na nossa sociedade. O cinema americano é mestre em contar história e inspirar o povo americano e o mundo. Temos aqui no Brasil também gente boa que faz diferença e inspira, por que não contar essas histórias?
Rosana F. Correia (Rio de Janeiro, RJ)
Achei "interessante" terem citado na reportagem que Marilda é minuciosa e controladora, e também detalhista. Penso que ela foi, acima de tudo, bastante generosa, contribuindo grandemente para a matemática, resolvendo brilhantemente os problemas que seus pares masculinos, que ganharam o Nobel, não conseguiram resolver sozinhos. Palmas para ela!
Mariangela Branco Carnevale (São Paulo, SP)
Experiência
"Designer escolhe viver cinco anos nas ruas e planeja livro e projeto social" (Cotidiano, 2/8). Parece ter mergulhado pesado na autoficção. Que possa alcançar seus objetivos.
Daisy Santos (Aracaju, SE)
Buscamos nos validar nesse mundo, mas só nos encontramos nos afetos verdadeiros, com valores e não com preços.
Luiz Costa (João Pessoa, PB)
Treinos semanais
"Idosas aprendem a lutar boxe e ganham força, equilíbrio e autoestima" (Equilíbrio, 1º/8). O boxe é uma delícia: descarrega a ansiedade, melhora o equilíbrio e a atenção, fortalece os músculos e me prepara para movimentos comuns do dia a dia. Recomendo para todas as idades e gêneros.
Marcelia Guimaraes Paiva (Juiz de Fora, MG)
Procedimentos estéticos
"Hollywood perde monopólio da estética, vira esponja das redes e se rende à magreza" (Ilustrada, 2/8). Um dos lados mais tristes desses nossos tempos.
Fátima Pontes (Niterói, RJ)
Produção de conteúdo
"Vestidas para instagramar" (Giovana Madalosso, 1º/8). Curiosa também a obsessão por se fotografar em qualquer situação, a toda hora, e sem nenhuma espontaneidade, já que todo mundo repete sempre aquela mesma cara de selfie. Observe as fotos: a pessoa está sempre com a mesma expressão montada, em centenas de fotos.
Marco Antônio M. de Oliveira (São Paulo, SP)
Jornaleiro
"Eu banco" (Antonio Prata, 1º/8). Bancas de revistas e livrarias hão de resistir aos tempos. Se até o LP resistiu é porque o apego às boas coisas do passado nunca esmorece.
Ricardo Schrappe (Curitiba, PR)
Ah, o cheiro das revistas e jornais novos tomava conta do espaço. Inesquecível.
Samantha Amancio Quintiliano (Ribeirão Preto, SP)