O famoso pastrami da Kau vai tomar conta das francesinhas do Dote

🗓️ 2026-10-06 📁 lifestyle 📝 ⏱️ 👁️ : -

O barbecue texano e o pastrami de Rui Matias já não são propriamente um segredo. Entre uma aparição na Feira da Malveira e os diversos pop-ups que fez nos últimos dois anos, tem levado as especialidades a diferente spots da Grande Lisboa. Desta vez, decidiu juntar-se ao Dote, para recriar a famosa francesinha, mas com pastrami — ou seja, a Pastrami Frenchie.

A novidade está disponível desde terça-feira, 6 de outubro, nos restaurantes da cadeia lisboeta. Junta o sabor fumado e artesanal do Pastrami à clássica francesinha. Nesta parceria o objetivo das marcas foi criar uma combinação, mas “sem perder de vista aquilo que torna este prato especial: ingredientes generosos e o molho que une tudo”.

“O resultado é uma francesinha que cruza a tradição portuguesa com a intensidade do barbecue. A Pastrami Frenchie combina pastrami de excelência, presunto crocante, salsicha fresca, fiambre, mortadela, pickle de pepino agridoce, queijo edam e ovo, numa combinação pensada para acrescentar diferentes texturas e contrastes a cada garfada. É servida com o inconfundível molho à DOTE, mantendo a identidade do restaurante”, adianta a cervejaria.

A edição é limitada e está disponível nos restaurantes da cadeia por 19,90€.

Para quem não quer seguir a moda do pastrami, há alternativas. No menu encontra as francesinhas em três versões: a Top (15,95€), a Especial (15,95€) e a vegetariana (15,95€). Para acompanhar, há também petiscos como nachos (4,70€), aros de cebola (4,20€) e croquetes (1,70€).

Da escola de cozinha aos eventos

Por trás do balcão do Kau está Rui Matis, cozinheiro de 44 anos e criador do Kau Barbecue, projeto que começou a ganhar fama depois de um sucesso inesperado na Feira da Malveira. Antes disso, o percurso foi tudo menos linear: formou-se na Escola Profissional da Pontinha, estagiou em inúmeros restaurantes, criou o projeto Bolo do Caco com a mulher Vera Matias, vendeu o negócio e acabou por fazer uma viagem em família pela Europa que mudaria tudo.

Foi em Paris que provou brisket pela primeira vez e percebeu que tinha ali qualquer coisa especial. O problema veio depois.

“Durante seis meses, andei a tentar fazer brisket, de todas as maneiras e feitios e a coisa não saía”, recorda à NiT. A solução foi ir à origem: passou dois meses no Texas, a aprender o método tradicional. Quando voltou, replicou o que aprendeu e o sucesso foi imediato.

O Kau Pastrami é um spin-off desse percurso assente no fumo, em ingredientes de qualidade e muita paciência. O conceito é assumidamente inspirado nas sandwich shops clássicas de Nova Iorque, em particular no Katz’s.