O impacto do Wellhub e Total Pass, a pechincha do Banco do Brasil (BBAS3), investimentos para renda passiva: o que chamou a atenção nesta semana

🗓️ 2026-08-22 📁 business-finance 📝 ⏱️ 👁️ : -

Há alguns assuntos que interessam a quase todos os investidores. Renda passiva e investimentos isentos de imposto de renda são alguns deles.

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E não é nenhuma surpresa que matérias sobre onde investir o dinheiro do Tesouro Direto para ter dinheiro pingando na conta e sobre o fim da isenção de papéis como LCI e LCA, por exemplo, estiveram no topo dos nossos índices de leitura.

Academias e exercícios físicos também têm se tornado um tema relevante para o Seu Dinheiro. Nesta semana, uma matéria sobre o impacto de agregadores como o Wellhub e Total Pass foi a mais lida do site. Um tênis com usos diversos, do treino de corrida ao funcional, também chamou a atenção dos leitores.

Caso você não tenha conseguido se atualizar durante a semana, aqui está a chance de colocar a leitura em dia.

Wellhub e TotalPass: heróis ou vilões das academias?

Para o usuário dos agregadores de academias, o negócio é bastante vantajoso: é necessário pagar apenas uma conta, do benefício corporativo, para ter acesso a dezenas de lugares diferentes.

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Yoga, musculação, beach tênis, aula de HIIT, pilates… é possível experimentar diversas modalidades e montar uma rotina que faça sentido para você.

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Mas, para as academias, o negócio é bem mais complexo. Ainda que a receita por usuário seja bem menor, há espaço para atingir um público mais diversificado e o custo para a captação desses clientes diminui.

Entenda melhor neste vídeo aqui.

Tênis híbrido: para que serve e por que o calçado é o queridinho do momento

E, se você é do time que faz diversas atividades físicas, muitas vezes uma em seguida da outra, pode gostar da nossa matéria sobre os tênis híbridos.

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Desenvolvidos para transitar entre diferentes tipos de movimento sem exigir uma troca de calçado no meio do treino, eles têm sido cada vez mais comuns nos pés dos atletas.

No início deste mês, a Nike anunciou a linha Hybrid, que deve chegar ao Brasil em abril de 2027. Reebok, PUMAA e Adidas também apostam no segmento.

Entenda as diferenças dessa nova linha de calçados aqui.

A temporada de resultados dos grandes bancos brasileiros mostrou que a inadimplência continua afetando os resultados. E esse risco ainda deve piorar no 3T26, segundo uma pesquisa do BC.

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Esse é um dos motivos para um sinal de alerta emitido pelo Citi nesta semana: a qualidade dos ativos segue como um dos principais pontos de pressão sobre a tese de Banco do Brasil (BBAS3).

No segundo trimestre (2T26), os indicadores de saúde da carteira mantiveram a trajetória de piora, especialmente a formação de inadimplência e a criação de operações classificadas no Estágio 3, que reúne créditos com problemas mais graves de recuperação.

É por isso que o banco acredita que, mesmo que as ações estejam sendo negociadas a um múltiplo convidativo, é importante olhar para a qualidade do patrimônio do banco.

Entenda o alerta nesta matéria aqui.

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Veja onde reinvestir o Tesouro IPCA+ 2026 para ter renda passiva

Um vencimento do Tesouro Direto fez milhares de investidores acordarem com um dinheiro a mais na conta na semana passada. O Tesouro IPCA+ 2026 chegou ao fim com um pagamento de R$ 260 bilhões. Mas onde reinvestir essa bolada?

Se o objetivo é construir ou preservar patrimônio, a jornada continua. Reinvestir os rendimentos aumenta consideravelmente o patrimônio no longo prazo.

Por isso, analistas da Empiricus Research sugerem uma estratégia para esse dinheiro: renda passiva.
Renda fixa com pagamentos semestrais, fundo imobiliário e de infraestrutura com dividendos mensais, ação "vaca leiteira" e uma ação internacional são algumas das formas de montar uma carteira com esse fim.

Saiba quais foram os ativos escolhidos nesta matéria aqui.

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Fim da isenção de LCI e LCA pode estar próximo; quem paga a conta?

O debate sobre o fim da isenção de imposto de renda (IR) sobre os rendimentos das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) voltou à tona recentemente.

Os custos de captação dos bancos para esses instrumentos devem aumentar e, segundo especialistas nos assuntos, essa conta deve ser repassada para os investidores.

A tributação vai fazer, naturalmente, com que os investidores peçam uma remuneração maior para aplicar em LCI e LCA, que hoje rendem menos que a Selic.

Na ponta, esse rendimento maior em juros pode até afetar o mercado de crédito imobiliário, já que LCIs são responsáveis por 20% do financiamento do setor.

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Acompanhe o debate aqui.

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