Palpites e dicas para Bahia x Corinthians pelo Brasileirão | Ge
Desta vez, o Bahia está com a 13ª campanha caseira (4 V, 4 E, 2 D, 53%), com o décimo ataque (16 gols, média 1,60) e a sétima defesa mandante (dez gols sofridos, 1,00). Fez gol em todos os dez jogos em casa e não sofreu gol em três deles (30%), nona marca.
Favoritismos #20 - Bahia x Corinthians — Foto: Gato Mestre
O Bahia tem desempenhos medianos tanto em volume de produção ofensiva quanto em eficiência. É a décima equipe em finalizações (14,5), com a 12º aproveitamento, fazendo um gol a cada 10,1 tentativas. O Corinthians é o segundo visitante que menos permite finalizações de adversários (12,6), com a sétima resistência defensiva, um gol sofrido a cada 10,3 conclusões contrárias.
O Corinthians está com a sétima campanha visitante (2 V, 4 E, 3 D, 37%), com o 11º ataque (nove gols, 1,00) e a quinta melhor defesa forasteira (11 gols sofridos, 1,22). Não fez gol em dois dos nove jogos fora (22%), sexta marca, e não levou gol em três deles (33%), terceira melhor marca defensiva.
Quando visitante, o Corinthians também tem desempenhos medianos no ataque: é o décimo em finalizações (11,4) e o décimo em eficiência, um gol a cada 11,4 tentativas ou um gol por partida. O Bahia é o oitavo mandante em finalizações sofridas (10,7), com a sétima resistência defensiva, um gol sofrido a cada 11,9 conclusões contrárias.
A equipe paulista precisará de cuidados extras na defesa porque o Bahia é a equipe que mais teve pênaltis marcados a favor, seis, e o Corinthians é a terceira equipe com mais pênaltis marcados contra.
No ataque, precisará de atenção com a linha de impedimento: o Bahia é a sexta equipe que mais deixa adversários em impedimento (foram 33 com média 1,74 por partida), e o Corinthians é a quinta equipe com mais impedimentos contra (35 com média 1,84).

Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.