Palpites e dicas para Palmeiras x Atlético-MG pelo Brasileirão | Ge
Campeão do primeiro turno, o Palmeiras lidera a classificação com sete pontos (e um jogo disputado a mais) que o vice-líder Flamengo e em 19 rodadas, tem 19 pontos a mais que o Atlético-MG.
Ainda invicto em casa, o Palmeiras é o melhor mandante da competição (7 V, 2 E, 0 D, 85%), com o quarto melhor ataque (16 gols, média 1,78 por partida) e a terceira melhor defesa caseira (seis gols sofridos, 0,67). Fez gol em todos os seus nove jogos em casa e não sofreu gol em três deles (33%), quinta melhor marca defensiva.
Favoritismos #20 - Palmeiras x Atlético-MG — Foto: Gato Mestre
O Atlético-MG está com a 12ª campanha visitante (3 V, 0 E, 7 D, 30%), com o quinto pior ataque (nove gols, 0,90) e a terceira melhor defesa (11 gols sofridos, 1,10). Não fez gol em seis dos jogos fora (60%), pior desempenho ofensivo visitante, e não sofreu gol em dois deles (20%), sétima marca.
Entre os mandantes, o Palmeiras está com a oitava média de finalizações (14,7), com a sexta eficiência caseira, um gol a cada 8,3 tentativas. Terá um grande desafio porque o Atlético-MG está com a terceira maior resistência defensiva forasteira, um gol a cada 12,8 conclusões contrárias, com a 13ª média de finalizações sofridas (14,1).
No ataque, a equipe mineira encontra mais dificuldades, com a sexta menor eficiência, um gol a cada 13,1 tentativas, e a oitava média de finalizações (11,8). O Palmeiras está com a segunda maior resistência defensiva caseira, um gol sofrido a cada 17,0 conclusões contrárias, permitindo em média 11,3 finalizações aos adversários (décima marca).
São duas das cinco equipes com atletas menos punidos com cartões amarelos: o Atlético é o time menos punido (30 com média 1,58 por jogo), e o Palmeiras, o quinto (39 com média 2,05), o que seria indicativo de uma partida bem jogada.

Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.