Pior da semana: Neymar ‘birrento’ sai da Copa ainda menor do que entrou
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O impacto esportivo e simbólico da saída do Brasil da Copa do Mundo, em derrota para a Noruega, teve como marco a trajetória melancólica de um ex-craque: Neymar.
A eliminação da Copa representa, acima de tudo, o encerramento de um ciclo. Principal referência técnica e midiática da Seleção Brasileira por mais de uma década, o camisa 10 deixa o torneio cercado por expectativas não plenamente correspondidas em Copas do Mundo. Sua trajetória consolida números expressivos e protagonismo incontestável, mas também reacende o debate sobre o peso da pressão depositada sobre um único jogador.
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Independentemente das avaliações sobre seu desempenho, Neymar já não demonstrou ser um atleta capaz de alterar o comportamento tático dos adversários. Sua saída evidencia o desafio histórico do Brasil de renovar lideranças sem perder competitividade. NO final da partida contra a Noruega, no domingo, 5, ainda comprou briga com adversários – cabeça quente, birrento e mimado. Não há adjetivos menos jocosos para ele nesse triste e precoce final de Copa.
A despedida de Neymar do Mundial, prometida por ele sem avaliação do pai, reforça uma das marcas de sua carreira: a polarização. Para parte da torcida, ele é um dos maiores talentos da história do futebol brasileiro. Para outra, fica a sensação de que seu talento nunca foi convertido em um título mundial. Entre admiração e críticas, sua trajetória continuará sendo objeto de debate.
A eliminação também inaugura um novo momento para a Seleção Brasileira. Independentemente de Neymar seguir ou não no ciclo até 2030, o futebol brasileiro precisará acelerar a formação de novas lideranças e redistribuir responsabilidades técnicas dentro da equipe.
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