Professora que agrediu PM em Barretos estava de licença médica no DF | G1
A informação foi confirmada ao g1 pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, onde Joelma Barbosa de Oliveira Fernandes atua como professora da rede estadual.
Segundo o órgão, que prometeu providências administrativas, a licença começou a valer no dia 17 de agosto.
"A servidora em questão encontra-se afastada de suas atividades por licença médica desde o dia 17 de agosto. Tão logo seja a pasta oficialmente notificada, as informações serão encaminhadas à corregedoria para conhecimento e adoção das providências administrativas cabíveis", comunicou o órgão estadual.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Joelma até a última atualização desta notícia.

Mulher dá tapa no rosto de policial militar durante confusão na Festa do Peão de Barretos
Tapa em policial
Imagens feitas por uma pessoa que estava no local mostram a professora, vestida de branco, discutindo com uma atendente de uma barraca de comida. O caso aconteceu por volta das 19h.
Segundo o cantor e compositor Ricco Montana, que fez o vídeo, a confusão começou depois que a professora foi tirar satisfação por conta de um problema que aconteceu dois dias antes.
As duas chegaram a trocar agressões. Ao se aproximar para conter a situação, uma policial militar foi agredida com um tapa no rosto pela professora.
Ela precisou ser contida e levada ao Plantão da Polícia Militar no parque e foi liberada na mesma noite.
Imagens mostram o momento em que mulher agride com tapa policial militar no Parque do Peão em Barretos (SP) — Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Ofensas racistas
Horas depois, a professora voltou a ser detida por policiais militares após ser flagrada tentando invadir uma clínica veterinária no centro de Barretos.
Segundo o boletim de ocorrência, ao ser abordada, Joelma chamou um dos policiais de macaco e disse "que faria feijoada com ele", além de tentar agredir outro policial na sequência.
Os agentes decretaram prisão em flagrante pelos crimes de preconceitos de raça ou de cor, desacato e resistência. Durante a abordagem, ela precisou ser imobilizada.
Ela passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (26) e a Justiça concedeu liberdade provisória mediante o cumprimento de medidas cautelares como comparecer à Justiça a cada dois meses para informar atiivdades e a todos os atos processuais e manter endereço fixo.
Além disso, foi proibida de manter contato, por qualquer meio, com os policiais militares envolvidos nas agressões.