"Sou muito amiga do Cláudio Ramos", conta Helena Sacadura Cabral
Na qualidade de escritora e leitora, Helena Sacadura Cabral usou a sua página de Instagram para fazer uma análise ao mais recente livro de Cláudio Ramos. "O Amor Não Morre", lançado em março de 2026 mereceu apreciação da também economista e professora.
"Para esclarecimento prévio das palavras que se seguem, digo já que sou muito amiga do Cláudio Ramos, o que me permite acreditar, que isso só enriquece o valor que elas possam ter", começou por declarar no início da sua crítica.
"O Amor Não Morre, traz de novo à escrita, Cláudio Ramos, com um livro profundamente ligado às emoções humanas. Através de diferentes histórias de amor e desamor, o autor questiona aquilo que fazemos quando uma relação muda, quando alguém parte ou quando continuamos a acreditar que ainda é possível recomeçar", continuou, mostrando-se agradada com a obra.
"Mais do que falar apenas de relações amorosas, o livro aborda sentimentos universais: a esperança, a ausência, a solidão, a fragilidade e a dificuldade de deixar para trás, aquilo que, um dia, nos fez felizes. As histórias mostram que não existe apenas uma forma de amar e que cada relação tem as suas próprias marcas, imperfeições e contradições."
Segundo Helena Sacadura Cabral, "um dos aspetos mais curiosos da obra é, precisamente, a ideia de que o amor pode transformar-se, e não desaparecer completamente".
"Às vezes, aquilo que parecia eterno torna-se pequeno. Outras vezes, mesmo depois de uma desilusão, a vontade de esperar e acreditar, permanece."
O apresentador, defende a autora, apresenta "uma escrita próxima e emocional" que "convida o leitor a reconhecer, nas suas personagens, sentimentos que também fazem parte da sua própria experiência".
"O Amor Não Morre acaba, assim, por ser uma reflexão sobre a capacidade humana de amar, perder, esperar e continuar. No fundo, o livro deixa uma mensagem simples, mas poderosa: mesmo quando uma história de amor acaba, aquilo que sentimos e aprendemos com ela, pode permanecer. E talvez seja, justamente aí, que o amor encontra uma outra forma de existir. Penso exatamente o mesmo, com muito mais anos de experiência", terminou.

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Cláudio Ramos aderiu à tendência das redes sociais onde, com ajuda da Inteligência Artificial, é criada uma imagem da pessoa nos anos 80. O apresentador acabou por fazer uma reflexão pessoal sobre a sua vida nessa altura.
Notícias ao Minuto | 23:54 - 09/09/2026