Swisscom abrirá em Lisboa. Arranca com 40 pessoas, mas quer chegar às 200
Este novo centro de operações da operadora de telecomunicações suíça em Lisboa irá prestar serviços de telecnologia e negócio, o que inclui TI [tecnologias de informação], desenvolvimento de software e finanças, refere a empresa em comunicado.
A Swisscom "pretende iniciar as operações em 2027 com cerca de 40 colaboradores e expandir gradualmente a equipa para aproximadamente 200 colaboradores a médio prazo".
O lucro da Swisscom subiu 6,9% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 668 milhões de francos suíços (cerca de 716 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).
Em igual período, as receitas do grupo caíram 3% para 7.221 milhões de francos suíços (7.7399 milhões de euros).
"Os resultados financeiros e o desempenho operacional do grupo Swisscom estão em linha com as nossas expectativas. Estamos no bom caminho e confirmamos as perspetivas para 2026", afirma Christoph Aeschlimann, presidente executivo (CEO), sobre os resultados do primeiro semestre.
Lisboa combina condições operacionais competitivas
Lisboa combina condições operacionais competitivas, disse à Lusa fonte oficial da operadora suíça Swisscom, que vai abrir uma unidade na capital portuguesa, sem adiantar o montante de investimento planeado.
Contactada pela Lusa sobre a escolha da capital portuguesa, fonte oficial explicou que, na opinião do grupo suíço, "Lisboa combina (...) condições operacionais competitivas, uma excelente força de trabalho qualificada e um ecossistema digital em rápido crescimento".
Além disso, "para nós, também faz sentido, do ponto de vista geopolítico, estabelecer uma presença em vários países", acrescentou a mesma fonte.
A Swisscom já tem dois centros de desenvolvimento em Riga e Roterdão, que empregam atualmente um total combinado de cerca de 600 colaboradores.
Quanto ao investimento, o grupo não divulga o montante planeado.
O lucro da Swisscom subiu 6,9% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 668 milhões de francos suíços (cerca de 716 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).
Em igual período, as receitas do grupo caíram 3% para 7.221 milhões de francos suíços (7.7399 milhões de euros).
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