Vitória do PL: Portinho e Jordy são eleitos senadores pelo Rio de Janeiro
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Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos candidatos do PL, foram eleitos senadores pelo Rio de Janeiro neste domingo, 4. Com 99,66% das urnas apuradas, os candidatos receberam 26,78% e 24,57% dos votos, respectivamente. Os dois derrotaram a ex-governadora Benedita da Silva (PT), que ficou em 20,21%. O PL terá a maior bancada do Senado, com ao menos 25 cadeiras na Casa.
Já o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) e o deputado estadual Douglas Ruas (PL) disputarão o segundo turno para o governo do Rio. Com 99,56% das urnas apuradas, Ruas lidera a disputa com 49,30% dos votos, contra 42,72% de Paes.
O clima no QG do PL é de muita comemoração, com ruas fechadas para receber eleitores. Ruas está acompanhado por sua família e pelo deputado federal Altineu Côrtes, presidente do PL no Rio. Pesquisas eleitorais divulgadas na véspera mostravam chances de Paes vencer no primeiro turno — um cenário longe de ser concretizado.
Na Quaest, por exemplo, o ex-prefeito aparecia com 51% em votos válidos, contra 43% de Ruas. O cenário não considerava Anthony Garotinho (Republicanos), que disputa sub judice e aguarda decisão em recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diante do indeferimento de sua candidatura, ocorrido por decisão do TRE-RJ em decorrência de inelegibilidade por uma condenação por improbidade administrativa.
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Na parte da manhã, Ruas acompanhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) na votação em Vila Isabel, na Zona Norte. “Expectativa muito boa, vitória no primeiro turno. Estamos muito confiantes que vamos eleger os dois senadores do PL. Vamos eleger o próximo presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro. Que essa eleição possa se encerrar hoje, no primeiro turno, pra que a gente possa começar já amanhã os trabalhos para o futuro do Brasil”, disse.
Ao votar no Gávea Golf Club, na Zona Sul, Paes afirmou que o Rio de Janeiro “vive a pior crise da história, é uma crise política, é uma crise institucional, é uma crise de segurança pública, de desmando no governo do estado, de corrupção”. Ele também criticou diretamente o seu principal rival e pediu para que a população aderisse ao “voto útil”, sem focar em ideologias.
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